COPA DA RÚSSIA II

Já que caímos fora vamos torcer pela Croacia, que nunca ganhou uma copa.

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Todo esporte é bom, mas sem cair no vicio, como muitos falam de que o “futebol é o ópio do povo”. Queremos distração, isso é inviolável. A grande massa informe e anônima, mais do que educação e emprego, quer oba oba. Também queremos saber mais do que os outros em matéria de chuteiras, e desqualificar quem não concorda conosco. A bobinha lei do mais forte, tipo sagueiro gigante contra ataque leve. Já falaram que somos tribais, grupo contra grupo, tribo contra tribo, tipo o Grenal.

Entrar de salto alto é mortal, como fizemos em 1950 e, Alemanha fez nesta copa. A goleada contra o Brasil fez um tremendo estrago na fria organização germânica, eficiente e mortal. Que o Brasil copie os 4 que ficaram, nada tem de vergonha. Praticam um futebol mais contundente, erram menos chutes e cabeceadas a gol.

ETERNA FÁBRICA. Abastecemos o mercado internacional faz tempo, e como sempre o problema é o exagero. A CBF deveria manter uma seleção fixa, com a prata da casa, que seria enriquecida pelas estrelas durante os eventos. Joga quem estiver melhor.

Hiltor Bombach: na Europa joga-se o Brasileiro da série A, na Ásia o Brasileiro da série B e, por aqui, o Brasileiro da série C. Assim não dá!

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ESTRADAS SUSTENTÁVEIS COM PLÁSTICO

Uma empresa escocesa desenvolveu um granulado feito a partir de plástico reciclado, que depois é utilizado no processo de asfaltamento. As “estradas de plástico” já são uma realidade no Reino Unido, Canadá e na Austrália.

As estradas de plástico são uma das formas de aproveitar os resíduos plásticos que diariamente desperdiçamos. Esses resíduos, associados a graves problemas de poluição nos oceanos, podem agora ser utilizados para fazer estradas a partir de milhões de garrafas ou sacos de plástico.

O engenheiro escocês Toby McCartney e seus dois sócios andaram durante muito tempo testando a ideia: em uma panela, derreteram vários plásticos, como garrafas, fraldas e sacos de compras. McCartney procurava a receita perfeita para as estradas ecológicas, segundo a CNN.

“Fizemos entre cinco e seis centenas de designs diferentes de polímeros – substância criada através da junção de várias unidades similares – até encontrarmos um que realmente funcionasse”, contou o escocês.

A receita final de plásticos misturados é depois adicionada ao asfalto comum, criando uma estrada mais forte e duradoura. “Queremos resolver dois problemas mundiais. Por um lado, a chamada epidemia do lixo e, por outro lado, a má qualidade das estradas”, explicou.

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A TECNOLOGIA SERÁ A SALVAÇÃO DA HUMANIDADE – até+

 

PORQUE PERDEU A SELECAO

1- Por culpa dos jogadores, da mídia e do público , idolatrando esportistas, para vender anúncios, ingressos, camisetas, etc. Todos gostando de ser filmados, fotografados e compartilhados. Tite adora falar, o Neymar é exibicionista ostentoso. A mídia deita e rola. O oba oba acaba com a seleção Canarinho. E ninguém fala das posses dos jogadores: mansões, carrões, aviões, barcos, etc, de alto valor.

2- Pela falta de garra de alguns, desatenção de outros.

3- Pela ausência de acompanhamento psicológico profissional. No excesso de goles errados, jogadores que deveriam ter sido tratados emocionalmente e mentalmente, Tite achou que dava conta. Para concentrar no jogo deve-se deixar a infantilidade fora.

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4- Técnico. Manteve o Gabriel Jesus tempo demais, permitiu que os belgas dominassem o meio campo, não viu os erros do Fernandinho.

5- Porque a arbitragem pessoalmente ou no VAR, prejudicou a seleção.

6- Porque o Casemiro machucou. Muita sorte na próxima – até +

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ESTRANGEIROS DANDO O EXEMPLO E EMPREGOS

O Brasil é reconhecidamente um país de contrastes. Mesmo assim poucas pessoas esperavam pela notícia de que sul-coreanos estão produzindo alimentos orgânicos na Bahia.

Por mais irônico que possa parecer, não se trata de fake news. Na verdade, o local escolhido foi uma fazenda na cidade de Formosa do Rio Preto, município baiano mais distante da cidade de Salvador.

São quase mil quilômetros separando a cidade de 21 mil habitantes da capital baiana. Talvez seja o sossego da região no oeste do estado que tenha chamado a atenção dos sul-coreanos. Segundo relatos de moradores publicados na Carta Capital, a “fazenda deles parece até uma cidade nova”.

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Oficialmente, a presença dos asiáticos em terras distantes da Bahia se deu pela escassez de terras na Coreia do Sul, fazendo com que a empresa de alimentos orgânicos Doalnara decidisse expandir sua atuação para o Brasil.

A transação para a compra da fazenda Oásis aconteceu por intermédio da subsidiária brasileira Bom Amigo, que adquiriu cerca de 10 mil hectares da vegetação em 2010 e desde o recebimento da licença ambiental está produzindo alimentos orgânicos em um espaço de mil hectares.

Aproximadamente 500 pessoas, vindas da Rússia, Estados Unidos, Coreia do Sul e Japão vivem na fazenda. A ideia é receber mais gente. O Oásis é um projeto ambicioso e em sua última colheita rendeu mais de 200 toneladas de alimentos orgânicos.

O trabalho no exterior se beneficia de uma lei aprovada em 2015 e que garante a estabilidade da produção agrícola fora do país. O Ministério da Agricultura da Coreia do Sul diz que as empresas acumularam 76 mil hectares de terra, produzindo mais de 426 mil toneladas de grãos fora de seus domínios só em 2016.

A informação chega em um momento complexo para a produção alimentícia no Brasil. Primeiro foi a aprovação de uma série de medidas, o chamado “pacote de veneno”, que vai liberar ainda mais o uso de agrotóxicos tornando o país o líder absoluto na utilização de pesticidas.

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Como se não bastasse, segundo o Hypeness, um projeto aprovado pela Comissão de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural da Câmara dos Deputados quer proibir a comercialização de alimentos orgânicos em mercearias, mercados e sacolões. O problema é que estes espaços respondem por até 71% das vendas no varejo.

A MIAORIA DOS POLÍTICOS DE BRASÍLIA SOMENTE PENSA NO BOLSO E NUNCA NA SAÚDE DA POPULAÇÃO QUE VOTOU NELES, UMA VERGONHOSA VERDADE NACIONAL – até+

 

E ME FALAM O PORQUE DE USAR MÁSCARA EM NOVA PETROPOLIS

Poluição do ar já provocou 3,2 milhões de novos casos de diabetes em pesquisas feitas.

Um em cada sete novos casos de diabetes é causado pela poluição do ar, de acordo com um estudo da Washington University School of Medicine, de St. Louis, nos Estados Unidos.

Os autores da pesquisa acreditam que “a poluição reduz a produção de insulina e provoca inflamações, impedindo o corpo de transformar a glicose do sangue em energia”. O elo entre a doença e a falta de ar puro já tinha sido desenvolvido por pesquisas anteriores.

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A estimativa de 14%, um em cada sete casos, é baseada em dados médicos de 1,7 milhão de ex-combatentes americanos, acompanhados por oito anos e meio e escolhidos por não terem diabetes no começo da pesquisa. A pesquisa foi publicada esta sexta-feira (29jun) na revista Lancet Planetary Health.

Os pesquisadores estabeleceram um modelo estatístico para ver em que medida a poluição do ar poderia explicar a aparição da doença, levando em conta fatores que favorecem a diabetes, como a obesidade.

“Nossa pesquisa demonstra um elo significativo entre poluição do ar e diabetes no mundo”, afirmou num comunicado o professor de medicina Ziyad Al-Aly. “É importante ressaltar esse fato porque muitos lobbies econômicos afirmam que os limites de poluentes na atmosfera são muito baixos. Mas temos provas de que os níveis atuais ainda devem ser reduzidos.”

Países que não respeitam os limites impostos, como a India, o Afeganistão e a Guiana apresentam maior taxa de diabetes decorrente da poluição do ar. No lado oposto, há menos casos desse tipo da doença em nações mais ricas como a França, a Finlândia e a Islândia.

USAR MÁSCARA E AFASTAR-SE DE FUMANTES SÃO ALGUMAS DAS SOLUÇÕES – até+

 

ÁGUA E SOL, TUDO DE BOM…

Um novo nanomaterial foi desenvolvido e pode liberar o hidrogênio da água do mar de forma muito mais barata e eficiente do que os métodos já existentes, potenciando uma nova forma de desbloquear fontes de energia sustentáveis.

Encontrar uma forma de produzir hidrogênio a partir da água, que não implique um custo ou energia muito elevados, poderia reduzir significativamente nossa dependência dos combustíveis fósseis.

Agora, uma equipe da Universidade da Flórida Central, nos EUA, informou que um novo método de extração é particularmente adequado à sua terra natal, uma vez que tem abundância de luz solar e água do mar – os dois elementos naturais que fazem todo o processo funcionar.

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O Dr. Yang é o do meio (sem óculos)

“Abrimos uma nova janela para dividir água real, e não apenas água purificada feita em laboratório”, afirma o cientista Yang Yang, que há cerca de uma década se dedica ao desenvolvimento da nova tecnologia. “Isto realmente funciona bem na água do mar“.

Ao colocar uma célula de combustível de hidrogênio em um carro, o único desperdício seria água, que pode ser transformada em hidrogênio e oxigênio – algo verdadeiramente sustentável, limpo e amigo do ambiente para fornecer energia.

Apesar dos grupos em contra a evolução humana, geralmente por interesse econômico, nos esperam dias alegres, ecológicos e sustentáveis – até+

A NATUREZA É INCRIVEL

Sam Van Aken cresceu em uma fazenda da família antes de fazer carreira como artista. Agora, trabalha como professor de arte na Universidade de Syracuse, em Nova York, mas sua mais famosa conquista – a incrível Árvore de 40 Frutos – combina seu conhecimento de agricultura e arte.

Em 2008, Van Aken soube que um pomar na Estação Experimental Agrícola do Estado de Nova York estava prestes a fechar devido à falta de financiamento. O pomar era único, uma “relíquia familiar”, onde cresciam um grande número de variedades antigas e nativas de frutas com caroço, algumas delas com 150 a 200 anos de idade.

Perder esse pomar significaria extinguir muitas variedades raras e antigas. Então, para preservá-las, Van Aken comprou o pomar e passou os anos seguintes tentando descobrir como enxertar partes de várias árvores em uma única só árvore de fruto – que seria chamada de “Árvore de Trabalho”.

Aken trabalhou com mais de 250 variedade de frutas com caroço. O professor desenvolveu uma linha do tempo na qual anotava quando cada uma das árvores florescia em relação a outra. No momento em que isso acontecia, começava a enxertar algumas delas junto às raízes estruturais da árvore de trabalho.

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Uma vez que a árvore de trabalho tinha cerca de 2 anos, Van Aken usou uma técnica chamada enxertia de garfo para adicionar mais variedades em ramos separados. Esta técnica envolve retirar uma lasca da árvore que inclui o broto, inserindo-a depois em um ramo da árvore de trabalho.

Depois de colocada no local da incisão, o enxerto é deixado repousar e curar durante todo inverno. Se tudo correr bem, depois do inverno o ramo será podado para encorajar o crescimento como um ramo normal da árvore de trabalho.

Após 5 anos e vários ramos enxertados, a primeira Árvore de 40 Frutas de Aken estava completa. Durante todas as estações, a árvore se parece com uma árvore comum.

Mas, na primavera, apresenta uma bonita mistura de tons de rosa, branco, vermelho e roxo que depois se transformam em uma variedade de ameixas, pêssegos, damascos, cerejas e amêndoas durante os meses de verão.

A Árvore de 40 Frutas não só é um belo espécime, como também ajuda a preservar a diversidade das frutas de caroço no mundo. Estas frutas são selecionadas para comercialização, tendo em conta os seguintes fatores: primeiro, o tempo que se mantêm frescas; depois, o tamanho que atingem; e, por fim, o sabor.

Esses critérios demonstram que existem milhares de variedades de frutas de caroço no mundo, mas apenas uma pequena quantidade é considerada comercialmente viável – mesmo não sendo as mais saborosas ou nutritivas.

De acordo com o site de Van Aken, há pelo menos 20 árvores desse tipo plantadas pelo professor até agora. As árvores podem ser encontradas em diferentes locais, como museus, centros comunitários e coleções de arte particulares espalhadas por todos os EUA.

A questão agora é: o que acontece com todas as frutas colhidas da árvore?

“As pessoas que têm essas árvores me dizem que ela fornece a quantidade e variedade de fruta perfeita. Em vez de ter uma variedade que produz mais frutas do que as que consumimos, a árvore produz uma boa quantidade de frutas de 40 variedades”, explicou Aken, em entrevista a Lauren Salked, em 2014.

“Como as frutas amadurecem em diferentes épocas do ano – que vão desde julho a outubro – as pessoas também não são ‘inundadas’ com elas”, concluiu.