COPA DA RÚSSIA II

Já que caímos fora vamos torcer pela Croacia, que nunca ganhou uma copa.

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Todo esporte é bom, mas sem cair no vicio, como muitos falam de que o “futebol é o ópio do povo”. Queremos distração, isso é inviolável. A grande massa informe e anônima, mais do que educação e emprego, quer oba oba. Também queremos saber mais do que os outros em matéria de chuteiras, e desqualificar quem não concorda conosco. A bobinha lei do mais forte, tipo sagueiro gigante contra ataque leve. Já falaram que somos tribais, grupo contra grupo, tribo contra tribo, tipo o Grenal.

Entrar de salto alto é mortal, como fizemos em 1950 e, Alemanha fez nesta copa. A goleada contra o Brasil fez um tremendo estrago na fria organização germânica, eficiente e mortal. Que o Brasil copie os 4 que ficaram, nada tem de vergonha. Praticam um futebol mais contundente, erram menos chutes e cabeceadas a gol.

ETERNA FÁBRICA. Abastecemos o mercado internacional faz tempo, e como sempre o problema é o exagero. A CBF deveria manter uma seleção fixa, com a prata da casa, que seria enriquecida pelas estrelas durante os eventos. Joga quem estiver melhor.

Hiltor Bombach: na Europa joga-se o Brasileiro da série A, na Ásia o Brasileiro da série B e, por aqui, o Brasileiro da série C. Assim não dá!

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ESTRANGEIROS DANDO O EXEMPLO E EMPREGOS

O Brasil é reconhecidamente um país de contrastes. Mesmo assim poucas pessoas esperavam pela notícia de que sul-coreanos estão produzindo alimentos orgânicos na Bahia.

Por mais irônico que possa parecer, não se trata de fake news. Na verdade, o local escolhido foi uma fazenda na cidade de Formosa do Rio Preto, município baiano mais distante da cidade de Salvador.

São quase mil quilômetros separando a cidade de 21 mil habitantes da capital baiana. Talvez seja o sossego da região no oeste do estado que tenha chamado a atenção dos sul-coreanos. Segundo relatos de moradores publicados na Carta Capital, a “fazenda deles parece até uma cidade nova”.

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Oficialmente, a presença dos asiáticos em terras distantes da Bahia se deu pela escassez de terras na Coreia do Sul, fazendo com que a empresa de alimentos orgânicos Doalnara decidisse expandir sua atuação para o Brasil.

A transação para a compra da fazenda Oásis aconteceu por intermédio da subsidiária brasileira Bom Amigo, que adquiriu cerca de 10 mil hectares da vegetação em 2010 e desde o recebimento da licença ambiental está produzindo alimentos orgânicos em um espaço de mil hectares.

Aproximadamente 500 pessoas, vindas da Rússia, Estados Unidos, Coreia do Sul e Japão vivem na fazenda. A ideia é receber mais gente. O Oásis é um projeto ambicioso e em sua última colheita rendeu mais de 200 toneladas de alimentos orgânicos.

O trabalho no exterior se beneficia de uma lei aprovada em 2015 e que garante a estabilidade da produção agrícola fora do país. O Ministério da Agricultura da Coreia do Sul diz que as empresas acumularam 76 mil hectares de terra, produzindo mais de 426 mil toneladas de grãos fora de seus domínios só em 2016.

A informação chega em um momento complexo para a produção alimentícia no Brasil. Primeiro foi a aprovação de uma série de medidas, o chamado “pacote de veneno”, que vai liberar ainda mais o uso de agrotóxicos tornando o país o líder absoluto na utilização de pesticidas.

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Como se não bastasse, segundo o Hypeness, um projeto aprovado pela Comissão de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural da Câmara dos Deputados quer proibir a comercialização de alimentos orgânicos em mercearias, mercados e sacolões. O problema é que estes espaços respondem por até 71% das vendas no varejo.

A MIAORIA DOS POLÍTICOS DE BRASÍLIA SOMENTE PENSA NO BOLSO E NUNCA NA SAÚDE DA POPULAÇÃO QUE VOTOU NELES, UMA VERGONHOSA VERDADE NACIONAL – até+

 

RELAÇÃO ENTRE HUMANOS, MÁQUINAS E INTERNET

IMG_2205A Câmara Brasil Alemanha RS abordou o tema da indústria 4.0, como boa oportunidade numa alta produtividade, como abordou o palestrante Oscar Kronmeyer, mestre em gestão de negócios e professor universitário e executivo na Indústria Elétrica e Eletrônica no RS.

Tornar a Indústria 4.0 uma realidade implicará a adoção gradual de um conjunto de tecnologias emergentes de TI e automação industrial, na formação de um sistema de produção físico-cibernético, com intensa digitalização de informações e comunicação direta entre sistemas, máquinas, produtos e pessoas; ou seja, a tão famosa Internet das Coisas (IoT). Esse processo promete gerar ambientes de manufatura altamente flexíveis e autoajustáveis à demanda crescente por produtos cada vez mais customizados.

Para o sucesso do projeto, a consolidação de um único conjunto de padrões técnicos de comunicação e segurança será um elemento-chave. Com ele, a troca de informações entre os diferentes tipos de sistemas e dispositivos será assegurada, eliminando-se as restrições relacionadas aos padrões proprietários vigentes.

DESEJAMOS QUE A INTERNET SEJA HONESTA, SAUDÁVEL E PRODUTIVA PARA O BRASIL – até +

 

SÓ REPRESSÃO POLICIAL NÃO DÁ! É JOGAR DINHEIRO FORA…

O IPEA É UMA DAS VOZES QUE ESTUDAM A MATANÇA BRASILEIRA.

O Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada é uma fundação pública federal vinculada ao Ministério do Planejamento, Desenvolvimento e Gestão. Suas atividades de pesquisa fornecem suporte técnico e institucional às ações governamentais para a formulação e reformulação de políticas públicas e programas de desenvolvimento brasileiros. Os trabalhos do Ipea são disponibilizados para a sociedade por meio de inúmeras e regulares publicações eletrônicas, impressas e, em eventos.

EXERCITO NO RIO

Atlas da Violência 2018: pelas políticas públicas e retratos da sociedade verde amarela, fizeram um mapeamento das mortes violentas nos municípios brasileiros com população superior a 100 mil residentes, em 2016, com base nos dados do Sistema de Informação sobre Mortalidade do Ministério da Saúde (SIM/MS). Em primeiro lugar, discutiram o papel da prevenção social dentro de uma abordagem de políticas efetivas de segurança pública. Neste ponto, elaboraram o que seja este último conceito e os sete elementos fundamentais geralmente presentes nas experiências nacionais e internacionais que lograram êxito na redução de crimes violentos, em período relativamente curto de tempo. Dentre esses fatores, um pilar crucial consiste na prevenção social focalizada para as populações vulneráveis. Para ilustrar a interação entre o desenvolvimento humano e as mortes violentas, apresentaram alguns indicadores socioeconômicos selecionados (calculados com base em dados do Censo Demográfico de 2010), a fim de compor uma fotografia para cada um dos 309 municípios listados: A CADA EVASÃO ESCOLAR CORRESPONDE UM AUMENTO, EM PARALELO, DAS MORTES DE JOVENS!

IPEA informa que 5 % DO PIB nacional são gastos com a repressão policial, ou seja,  bilhões de reais que deveriam ser melhor utilizados.

Escolas

A SOLUÇÃO NÃO PASSA PELO ENCHIMENTO DE CADEIAS, PASSA PELO ENCHIMENTO DE ALUNOS EM ÓTIMAS ESCOLAS – ate+

CUIDAR DA TERRA…

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A moderna agricultura sustentável está atraindo e oferecendo emprego para jovens empreendedores

CUIDAR DA TERRA, DO NOSSO CHÃO, DA NOSSA CASA, é primordial para as gerações futuras. Produzir alimentos de forma duradoura e sustentável, não é contaminar com venenos e enfraquecer o solo. A compostagem é uma das boas formas no plantio familiar e a agricultura orgânica é a melhor maneira de proteger a mãe natureza – ate+

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A UNIÃO FAZ A FORÇA…MERCOSUL

18/06/2018 LII Cúpula do Mercosul

O Mercado Comum do Sul fez a sua reunião semestral no Paraguay, onde foi assinado o 1º acordo do bloco, sobre o desenvolvimento do setor, a facilidade do comércio entre os membros e, o tratado financeiro com o Mercado Comum Europeu. Muitas siglas surgem:

FONPLATA: Fundo Financeiro para o Desenvolvimento da Bacia do Prata, com o objetivo de turbinar os membros menores do grupo, Uruguay e Paraguay.

FOCEM: Fundo para a Convergência Estrutural do Mercosul, que atualmente conta com um orçamento de 100 milhões de dólares, divididos da seguinte forma: Brasil 70 milhões, Argentina 27 milhões, Uruguay com 2 milhões e Paraguay com U$S 1.000.000. A ideia é ampliar o acordo para criar o FOCEM II.

CMC: Conselho do Mercado Comum.

A agenda inclui a reunião entre os presidentes do bloco, reunião plenária e almoço. Outro tema tratado foi a Venezuela e seus emigrantes.

A coisa vai andando, lenta e continuamente.

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Como se fala em Uruguay: VAMO’ARRIBA! – ate+