INTERESSEIROS MUNICIPAIS, ESTADUAIS E FEDERAIS

INTERESSEIROS MUNICIPAIS: Em Nova Petrópolis é realizado o Festival de Folclore para demonstrar a cultura alemã e outras similares, no qual e anualmente, a Assoc. Olhares da Serra recolhia cortes de cabelo, toucas e mantas para os pacientes com câncer. Em 2018 a comissão organizadora negou a colocação do posto de coleta alegando motivos bem menores dos que as cabeças carecas e debilitamento dos pacientes oncológicos. Num claro desinteresse pela saúde da própria cultura alemã e similares. Enviamos esta carta aos jornais para divulgar o novo sistema de coleta.

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INTERESSEIROS FEDERAIS: Após a votação que proibiu a comercialização da agricultura orgânica nos mercados, numa fútil tentativa devido a ser um tipo de alimentação em crescimento na sociedade e demonstrando uma submissão aos grupos e indústrias que produzem químicos e pagam muito bem, continuam degringolando o congresso.

Desta vez, votam em projetos de um aumento fenomenal dos gastos públicos e desonerações, que também resultam na perda de receita. Entre algumas medidas positivas, como a venda direta dos produtores de etanol aos postos de combustível, há os estapafúrdios benefícios concedidos a indústria de refrigerantes de Manaus e a criação de mais 300 municípios, numa festa dos vindouros cargos públicos e do tesouro nacional. Retiraram ajudas ao esporte e educação e, protegem a “cada vez mais furada” indústria do refri, em afronta direta ao sistema médico que lida com a crescente obesidade infantil e juvenil. Pais e educadores façam a sua parte – ate+

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Revista Olhares da Serra

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ETA RAÇA ESTRANHA QUE NÓS SOMOS! POLUÍMOS TODOS OS BIOMAS PLANETÁRIOS, SEM DÓ E NENHUMA RESPONSABILIDADE: MARES E OCEANOS, ESPAÇO, ANTÁRTIDA, ETC. E pensamos que não vai ter retorno, que vai sair de graça…KA-KA-KA – ate+

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400 GRAMAS POR REFEIÇÃO…

UM CÁLCULO POR CIMA DO CONSUMO POR REFEIÇÃO, NUM PESO DE 400 GRS., POR PESSOA, incluindo líquidos, numa percentagem média…5 refeições diárias = 2 kg. por dia.

PIRAMIDE 2015

2 kg de alimentos por dia, numa semana = 14 kg…num mês, x 30 = 429 kg…num ano, x 12 = 5.040 kg…em 60 anos = 302.400 kg ou 302 toneladas de alimento numa vida.

comilãoSem mencionar o que resulta dessa comilança toda…vasos_sanitarios_b7a3_300x300 É MUITA COMIDA, COM EXCESSOS NA OBESIDADE E NA OUTRA PONTA, FOME; DOENÇAS CRIADAS NA DIGESTÃO DE TUDO ISSO, VIVER DE REMÉDIOS…ME DÁ A IMPRESSÃO QUE NÃO VALE A PENA – ate+

ESTRANGEIROS DANDO O EXEMPLO E EMPREGOS

O Brasil é reconhecidamente um país de contrastes. Mesmo assim poucas pessoas esperavam pela notícia de que sul-coreanos estão produzindo alimentos orgânicos na Bahia.

Por mais irônico que possa parecer, não se trata de fake news. Na verdade, o local escolhido foi uma fazenda na cidade de Formosa do Rio Preto, município baiano mais distante da cidade de Salvador.

São quase mil quilômetros separando a cidade de 21 mil habitantes da capital baiana. Talvez seja o sossego da região no oeste do estado que tenha chamado a atenção dos sul-coreanos. Segundo relatos de moradores publicados na Carta Capital, a “fazenda deles parece até uma cidade nova”.

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Oficialmente, a presença dos asiáticos em terras distantes da Bahia se deu pela escassez de terras na Coreia do Sul, fazendo com que a empresa de alimentos orgânicos Doalnara decidisse expandir sua atuação para o Brasil.

A transação para a compra da fazenda Oásis aconteceu por intermédio da subsidiária brasileira Bom Amigo, que adquiriu cerca de 10 mil hectares da vegetação em 2010 e desde o recebimento da licença ambiental está produzindo alimentos orgânicos em um espaço de mil hectares.

Aproximadamente 500 pessoas, vindas da Rússia, Estados Unidos, Coreia do Sul e Japão vivem na fazenda. A ideia é receber mais gente. O Oásis é um projeto ambicioso e em sua última colheita rendeu mais de 200 toneladas de alimentos orgânicos.

O trabalho no exterior se beneficia de uma lei aprovada em 2015 e que garante a estabilidade da produção agrícola fora do país. O Ministério da Agricultura da Coreia do Sul diz que as empresas acumularam 76 mil hectares de terra, produzindo mais de 426 mil toneladas de grãos fora de seus domínios só em 2016.

A informação chega em um momento complexo para a produção alimentícia no Brasil. Primeiro foi a aprovação de uma série de medidas, o chamado “pacote de veneno”, que vai liberar ainda mais o uso de agrotóxicos tornando o país o líder absoluto na utilização de pesticidas.

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Como se não bastasse, segundo o Hypeness, um projeto aprovado pela Comissão de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural da Câmara dos Deputados quer proibir a comercialização de alimentos orgânicos em mercearias, mercados e sacolões. O problema é que estes espaços respondem por até 71% das vendas no varejo.

A MIAORIA DOS POLÍTICOS DE BRASÍLIA SOMENTE PENSA NO BOLSO E NUNCA NA SAÚDE DA POPULAÇÃO QUE VOTOU NELES, UMA VERGONHOSA VERDADE NACIONAL – até+

 

MORTES TRISTES…

PRINCIPAL CAUSA DE MORTE EM 10% DOS MUNICÍPIOS BRASILEIROS, O CÂNCER É DAS POUCAS DOENÇAS MORTAIS PARA OS HUMANOS, QUE NÃO DECRESCE, SÓ AUMENTA.

Falando nisso, a prefeitura de Nova Petrópolis, através do conselho que organiza o Festival de Folclore, não está aceitando que a Assoc. Olhares da Serra realize seu costumeiro projeto de coleta para pessoas com câncer. Sem entender que o Festival  ficaria mais bonito  com um serviço social deste tipo.

Muito se fala sobre o câncer, tem simpósios, palestras, cursos, em suma, um nhe nhe nhem interminável. Mas pouca e real informação é passada para o público. Somente vamos apresentar imagens, cada um tire as suas conclusões

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ALIMENTO DIETÉTICO, APTO PARA CELÍACOS (dependendo do recheio)

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 A tapioca é indicada para celíacos:  Por ser um alimento livre de glúten, as pessoas que possuem intolerância ou alergia a esta substância,  podem utilizar a tapioca em um plano alimentar saudável, atentando-se ao recheio, para que o mesmo não contenha glúten ou outros alimentos com fins colaterais perigosos.

A tapioca é de origem indígena tupi-guarani e seu nome é derivado da palavra tipi’óka «coágulo», o nome dado para o amido do qual ela é feita. A fécula extraída da mandioca, também conhecida como goma da tapioca, polvilho, goma. Os povos Tupi-guaranis, que ocupavam a faixa litorânea leste do território brasileiro desde o sul até o norte, foram os responsáveis pelo domínio comestível da mandioca, que, produzida sob o sistema da agricultura de subsistência, era a base da alimentação do Brasil até a chegada de Pedro Álvares Cabral.

Poucos anos após o descobrimento, os colonizadores portugueses na Capitania Hereditária de Pernambuco descobriram que a tapioca servia como bom substituto para o pão. Foi assim que a tapioca logo se espalhou pelos demais povos indígenas, como os Cariris no Ceará e os Jês, na Amazônia oriental. Ainda, se transformou posteriormente na base da alimentação dos escravos no Brasil. Tudo isso serviu para transformar a tapioca, na atualidade, num dos mais tradicionais símbolos da culinária por quase todo o nordeste – ate+